A Revista Cultura em Foco destaca a profunda conexão entre a natureza e a mão humana que ganha uma nova perspectiva artística na capital. Nesta quinta-feira (02/04), às 19h, o Museu de História Natural de Mato Grosso abre suas portas para o lançamento da exposição “Casulos”, da renomada ceramista Cândida Ferreira. O projeto, que explora a ecoarte em cerâmica em Mato Grosso, foi contemplado pela Secel-MT através do edital Viver Cultura, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
De fato, a mostra não é apenas uma exibição visual, mas uma experiência sensorial completa. Além das peças inéditas que investigam formas orgânicas e texturas, o público poderá conferir uma videoarte produzida pelo cineasta Pê Mutz e uma paisagem sonora assinada pela musicista Estela Ceregatti. Dessa forma, o projeto cria uma atmosfera imersiva que convida o visitante a olhar para estruturas naturais frequentemente negligenciadas no dia a dia.

A Investigação da Ecoarte em Cerâmica em Mato Grosso
Além disso, a proposta de Cândida Ferreira mergulha no conceito de cocriação. Nesse sentido, a artista estabelece um diálogo entre o fazer humano e as construções de entidades bióticas, como pássaros e insetos. De acordo com a pesquisa da ceramista, o uso de argilas selvagens e esmaltes de cinzas reforça a identidade territorial de sua obra. Atualmente, Cândida mantém seu ateliê em Nossa Senhora do Livramento (MT), onde desenvolve técnicas que tensionam a hierarquia tradicional entre homem e natureza.
Notavelmente, o projeto busca estimular o debate sobre sustentabilidade e responsabilidade ambiental através da ecoarte em cerâmica em Mato Grosso. Como já foi observado em suas pesquisas acadêmicas internacionais, a trajetória da artista enriquece a densidade conceitual da mostra, unindo a prática tradicional da cerâmica com a arte contemporânea.
Programação Educativa e Oficinas Gratuitas
Igualmente importante é o caráter educativo da iniciativa que a Revista Cultura em Foco faz questão de ressaltar. Mais do que contemplação, “Casulos” oferece oficinas de cerâmica e escrita de crítica de arte, além de mesas-redondas com biólogos e pesquisadores. Por esse motivo, o espaço se configura como um ambiente de reflexão e aprendizado para o público de todas as idades.
Em última análise, a exposição fica em cartaz até o dia 5 de junho, funcionando como um ponto de encontro essencial para entusiastas da cultura e ecologia. Em suma, se você busca entender a potência da ecoarte em cerâmica em Mato Grosso, este evento é uma parada obrigatória no seu roteiro cultural.
